sábado, 24 de julho de 2010
Incentivo ao Jornalismo Verde
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Brasil fica em 2º lugar em ranking de consumo "verde"

O Brasil ficou em segundo lugar em um ranking de "consumo verde" compilado pela National Geographic Society, uma instituição científica e educacional com sede nos Estados Unidos. A lista foi elaborada por meio de entrevistas com 17 mil pessoas em 17 países, entre emergentes e avançados, e mediu os hábitos em relação a consumo e estilo de vida em 65 quesitos.
O Greendex foi novamente encabeçado pelas economias emergentes, com Índia, Brasil, China, México e Argentina à frente. Americanos e canadenses ficaram na lanterna, embora esses dois países venham registrando progressos em termos de comportamento ambiental desde o início da medição, em 2008.
A nota do Brasil foi 58 pontos, maior do que no ano passado (57,3), mas menor do que no ano anterior (58,6). Refletindo uma tendência geral, o melhor desempenho brasileiro foi na questão da moradia, que procura avaliar o impacto ambiental das residências.
Em geral, afirmou a National Geographic Society, os brasileiros tendem a morar em casas relativamente pequenas dentro da amostragem (91% dos entrevistados disseram morar em residências com menos de quatro cômodos) e usam pouco ar condicionado e aquecimento.
Nos Estados Unidos e Canadá, por exemplo, cerca de 16% dos ouvidos disseram morar em casas com dez cômodos, uma incidência muito maior que a média. Nesses países, as residências também tendem a ser equipadas com infraestrutura de aquecimento e ar condicionado.
Por outro lado, disse a National Geographic, os americanos foram os que mais disseram ter feito mudanças e adaptações para aumentar a eficiência energética em suas casas, tal como consertar janelas e criar condições de isolamento térmico.
No quesito alimentação, o desempenho brasileiro foi prejudicado pelo alto consumo de carne, 60% dos brasileiros, 57% dos argentinos e 41% dos americanos e mexicanos comem carne diversas vezes por semana. Enquanto isso, 81% dos indianos ouvidos se disseram vegetarianos.
Outro quesito medido pelo índice foi o de transporte, um setor que responde por quase 20% das emissões de gases que causam o efeito estufa. Os americanos foram os últimos colocados, com 19% dos cidadãos afirmando ter pelo menos três carros em casa (a média geral foi 7%). Essa tendência é piorada pelo fato de, na metade dos casos, esses veículos serem de grande porte, como tratores e utilitários esportivos.
Nesse quesito os brasileiros tiveram desempenho pior do que há três anos. Entretanto, ainda assim ficaram em 6º lugar, porque tendem a ter carros mais compactos e mais frequentemente motocicletas, menos poluentes que automóveis.
O índice também avaliou as atitudes em relação ao meio ambiente. Por um lado, os brasileiros não são os que mais citam a questão espontaneamente como um dos grandes desafios do país. Por outro lado, quando perguntados, os entrevistados no país manifestam preocupação com problemas ambientais como a poluição de água e do ar, a mudança climática e a destruição de ecossistemas e biodiversidade.
"As melhorias em todo o mundo são positivas, mas ainda existe uma necessidade urgente de que as pessoas percebam como o seu comportamento afeta o meio ambiente e encontrem maneiras de reduzir sua pegada ambiental", disse o vice-presidente executivo para os programas da National Geographic, Terry Garcia. "No curto prazo, nossa esperança é incentivar o consumo sustentável por meio de um aumento na conscientização dos consumidores."
VIA: BBC Brasil
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Olhares ambientais

sábado, 1 de maio de 2010
Concurso de arquitetura contra desastres naturais.

Os constantes desastres naturais que atingem as Filipinas fizeram com que a Organização dos Arquitetos Unidos das Filipinas lançasse o concurso Design Against the Elements (em português, seria algo como “Design contra os fenômenos naturais”), aberta a arquitetos e estudantes de todos os países. O objetivo é premiar os projetos de arquitetura, design e planejamento urbano com as melhores soluções contra enchentes, tufões, terremotos e tempestades. As inscrições para participar da competição estão abertas até 24 de setembro.
Os inscritos são desafiados a desenvolver projetos criativos, inovadores e sustentáveis, com alta eficiência energética, para uma aldeia das Filipinas que vive em zona de perigo ambiental. Os materiais das estruturas devem ser resistentes aos problemas causados pelas mudanças climáticas, especialmente os tufões. No entanto, a ideia é que esses projetos possam ser reproduzidos em outras regiões em desenvolvimento.
A premiação será dada de acordo com a categoria. No grupo de arquitetos profissionais, o primeiro colocado receberá US$ 10 mil e o segundo, US$ 7,5 mil. Além disso, dois projetos serão contemplados com menções honrosas e receberão prêmios de US$ 3,5 mil. Já no grupo de estudantes, o vencedor será premiado com US$ 3 mil, o segundo com US$ 2 mil e as duas menções honrosas serão de US$ 1,5 mil.
Após a inscrição, os trabalhos devem ser finalizados e entregues até o dia 19 de novembro. O resultado do concurso será divulgado em 8 de dezembro. Todos os projetos selecionados serão publicados numa “enciclopédia de soluções arquitetônicas para mudanças climáticas”, que será disponibilizado como uma referência aos arquitetos e pesquisadores de todo o mundo.
Mais informações no site oficial do concurso Design Against the Elements.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Nobel Economia
Monarquia Verde

A Fundação Príncipe Albert II concede anualmente a pessoas ou instituições com atuação especial e trabalho reconhecido a favor do meio ambiente o prêmio "Climate Change Award".
Os três principais critérios de premiação são a mudança climática, a preservação da biodiversidade e o acesso a água.
Este ano a agraciada é uma brasileira, a senadora Marina Silva , pelo seu trabalho a frente do ministério do Meio Ambiente e sua história de luta a favor do desenvolvimento sustentável.
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"O dever é a necessidade voluntária, a carta de nobreza de um homem"
Henri F. Amiel