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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Casa de carpinteiro, espeto de pau!

Pensar globalmente e agir localmente. Cada vez mais as mais diversas instituições privadas estão começando a despertar para algo que logo, todos verão que trata-se de uma necessidade. Estimular processos produtivos que se sustentem é fundamental não só para um planeta mais saudável, como também para os negócios.

Oferecer vantagens que garantam avanços sustentáveis no negócio especializado da própria empresa mantém estas em um caminho virtuoso de transparência. Por exemplo, oferecer condições especiais de financiamento para ações de melhoria ambiental é uma tarefa de competência própria dos bancos. Tendo isso em vista, boas ações já começam a aparecer, como no caso da Nossa Caixa:


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Tão verde quanto pernambucana



A excelência em sustentabilidade ambiental está cada vez mais presente nas grandes obras no planeta. Além de ter virado uma exigência da sociedade, a questão também é apontada como moeda de troca das grandes empreitadas deste século. A Fifa, por exemplo, criou o Green Goal Program, com o objetivo de identificar possíveis impactos ambientais dos estádios na Copa do Mundo, além de exigir tecnologias renováveis. A demanda ocorreu na África do Sul, neste ano, e vai acontecer no Brasil, em 2014. Apesar de o foco na arena pernambucana para o Mundial ser basicamente sobre o andamento da obra milionária ou a negociação com os grandes clubes do Recife, o projeto também prevê a utilização de novas tecnologias autossustentáveis. Uma delas será inédita em escala mundial. Após cinco anos de desenvolvimento, a Braskem - braço petroquímico da Odebrecht, que lidera o consórcio da arena local - finalmente criou cadeiras de plástico produzidas a partir de um material bem diferente do petróleo, matéria-prima utilizada há decadas. Os 46.214 assentos do estádio em São Lourenço da Mata serão feitos a partir da cana-de-açúcar. Mais verde e mais pernambucano, impossível.

O plástico verde (biopolietileno) é resultado de um processo a partir da desidratação do etanol proveniente da cana-de-açúcar, gerando uma matéria-prima 100% renovável. Até a produção deste plástico é mais limpa, com uma redução no nível de dióxido de carbono na atmosfera. A primeira versão do produto - que vem sendo utilizado na indústria automobilística e de cosméticos - foi lançada em junho de 2007. No ano seguinte, foi utilizado na concepção do troféu do GP do Brasil de Fórmula 1, em uma peça desenhada pelo arquiteto Oscar Niemeyer.



Agora, com o certificado internacional de reconhecimento da eficácia, a Odebrecht vai implantar a ideia no estádio. A primeira indústria da empresa para este fim, orçada em R$ 500 milhões, está sendo construída no Rio Grande do Sul e começará a operar em 2011.

Em Pernambuco, essa nova cadeira- que apesar do nome "verde" numa referência ecológica terá, na verdade, a cor vermelha - será o ponto alto do projeto sustentável da arena. O estádio conta ainda com medidas sócio-ambientais mais conhecidas, como o uso de energia solar, reaproveitamento de água, soluções de ventilação e tratamento de esgoto, uma vez que o estádio ficará muito próximo ao Rio Capibaribe, que contorna o terreno de 270 hectares.



Tudo isso foi necessário para que o comitê local conseguisse, antes do início das obras, a Licença em Energia e Design Ambiental (LEED, sigla em inglês), exigida pela Fifa. A certificação para edifícios sustentáveis é emitida pelo Conselho Norte-americano de Construções Verdes (USGBC, sigla em inglês). O estudo sobre a racionalização de recursos existe desde 1998 e já aprovou cerca de 14 mil projetos no mundo.

"A durabilidade desse novo plastico é idêntica do plástico tradicional, mas com uma produção limpa, que utiliza energia renovável. Com isso atendemos aos critérios da Fifa, e vamos além, fazendouma arena sustentável. Será um local que não vai tratar o público como torcedor, mas como cliente", diz o diretor de engenharia da Odebrecht, José Érico, que ressalta ainda a preservação de 600 mil metros quadrados de área verde no local. "Essa área verde será recuperada. Com tudo isso, queremos fazer um local que receba visitas durante a semana, como um museu, num ambiente familiar", afimou o diretor. Dos canaviais da Zona da Mata para a arquibancada, o passo pioneiro de responsabilidade ambiental da Copa no estado.

domingo, 1 de agosto de 2010

Régua Verde



Para medir a ecoeficência de um produto ou serviço é preciso calcular e comprovar uma porção de qualidades sócioambientais e econômicas. São cálculos complexos que demandam conhecimento e bastante tempo. Para facilitar a terefa de designers e arquitetos, inclusive brasileiros, a Herman Miller, fabricante mundial de mobiliário corporativo, adotou o ecoScorecard, uma ferramenta gratuita que avalia a documentação necessária para adquirir a certificação Leed e de outros sistemas para móveis e projetos de arquitetura de interiores.

O ecoscorecard mostra, crédito a crédito, como um produto da Herman Miller contribui para um dos sete itens avaliados pelos sistemas de certificação de prédios verdes, onde mobiliário é item importante de um projeto. O passo a passo do processo está disponível em vídeo no site da empresa, que é a primeira do nicho de móveis corporativos a aderir à ferramenta, que contabilizou 300 usuários em um mês. “Nós tínhamos bastante dados já processados, mas era preciso otimizar todas as informações para que pudessem ser usadas por qualquer um”, explica Paul Murray, diretor de meio ambiente, saúde e segurança da empresa. Ele acrescenta que o escoscorecard é útil também para educadores e estudantes pensarem em como planejar um prédio sustentável e para qualquer pessoa que queira esverdejar a casa, o escritório, a empresa.

A Herman Miller foi fundada em 1923 por D.J. De Pree em Michigan, EUA e desde então cria espaços que realçam os lugares onde as pessoas trabalham, aprendem e vivem. A cadeira Aeron destacou-se como inovação em disign, fez parte do acervo do MoMa de Nova York e recebeu o prêmio Business Week como “Design da Década de 90”. Em 2010, a empresa foi citada pela FORTUNE como uma das “Mais Admiradas” em seu segmento e está entre as “100 Melhores Empresas para se trabalhar” nos Estados Unidos da América.

Via:Revista Época

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Cana-de-Açucar: Dados CONCRETOS

Os dados mundiais recentes acerca de desenvolvimento sustentado mostram que, em termos de viabilidade econômica, o petróleo não dará conta da demanda energética cada vez mais crescente, fazendo com que alternativas como o etanol de cana-de-açúcar desponte como solução adequada para o problema. Porém como toda solução humana não é perfeita nem acabada.

Dentre os vários problemas criados por essa solução está o óbvio fato de que uma monocultura, qualquer que seja, traz consigo um empobrecimento do meio ambiente. Outro ponto é que o processo produtivo em si, gera uma quantidade tal de resíduos que a natureza, por si própria, não conseguiria absorver. Para este problema em particular, já há os primeiros ensaios que podem amenizar o impacto ambiental da cultura da cana.


Pelo país a fora já são inúmeros os exemplos plantações com tecnologia que reaproveitam o que sobra da produção de combustível e açúcar. A queima do bagaço da cana pode ,por exemplo, tornar-se combustível para gerar energia para as próprias fábricas. O problema final é que mesmo depois desse reaproveitamento há a geração de mais um subproduto: as cinzas.



Visando atender essa questão, uma equipe de pesquisadores da UFSCar estuda a possibilidade de utilizar as cinzas na produção de concreto. O processo consiste na substituição de parte da areia, elemento de extração cada vez mais dispendiosa, pelos restos de cinzas. A princípio, o grupo descobriu que a chamada "areia de cana" devidamente trabalhada pode apresentar características semelhantes à areia normal.



Ensaios de durabilidade ainda estão sendo feitos, porém resultados preliminares já revelam que cerca de 30% a 50% da areia pode ser substituída, variando de acordo com o tipo de estrutura de construção. Um dado positivo mostra que a utilização da cinza elevou a resistência do concreto em mais de 15%”.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Como perder os Pneuzinhos ?



Pensando na eficiência da reciclagem de pneus, a empresa americana Vast, desenvolveu uma forma de utilizar 95% de material reciclado, entre a borracha dos pneus e o plástico de garrafas pet, para a composição de seus pisos. Aparentemente são iguais aos pisos de concreto e a durabilidade e força física também são semelhantes.

A utilização dos pisos Vast traz muita vantagem ao usuário. A cada 1000 m2 usado, a contribuição equivale a 500 sucatas de pneus e cerca de 15 mil garrafas de plástico. Além disso, a empresa garante que o processo de fabricação não agride o meio ambiente, sem emissão tóxica e sem resíduos.

Maiores informações sobre os pisos Vast, suas vantagens e valores, consulte o site www.vastpavers.com

domingo, 11 de abril de 2010

Se eu tivesse um canudinho.....


Com canudo flexível e tamanho perfeito para acondicionar uma porção individual de suco em pó, essa embalagem inovadora é um verdadeiro exemplo de eco-design.

Simplicidade acima de tudo: abra a embalagem, dissolva o pó na água e use a embalagem como canudo para beber o suco.

Criada por Kamylle Bédard-Grenier, esse projeto possui um importante pensamento embutido, a responsabilidade sobre como embalar gerando menos lixo. Melhor ainda se o canudo for de um material biodegradável.

Via: http://aletp.com/

sábado, 27 de março de 2010

O Homem que engarrafava

Este vídeo abaixo fala um pouco do impacto que as garrafas de água causam dentro do seu modelo atual de distribuição dentro de uma realidade de países mais desenvolvidos.

Uma boa avaliação de ACV ( Análise de ciclo de vida) pode demonstrar-nos como é custoso inserir este produto acabado no processo, levando-nos a questionar: Quais os impactos sociais, ambientais e econômicos? Será que as embalagens são mesmas necessárias? A qualidade final deste produto vale a pena ?



Um meio de distribuição da água mais viável para o tripé da sustentabilidade seria eleminar totalmente as embalagens e democratizar sua distribuição através de redes públicas inteligentes.

Uma idéia possível de se pensar para alguns países mais desenvolvidos, porém longe de países "em desenvolvimento" como o Brasil repleto de ações básicas ainda por fazer.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Utilidade no pós uso para pneus


Os fabricantes e importadores de pneus terão que dar destinação aos pneus sem utilidade a partir do próximo dia 31, segundo informações do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A Instrução Normativa nº 01 do Ibama foi publicada na quinta-feira, 18, no Diário Oficial da União, com a finalidade de instituir os procedimentos necessários ao cumprimento da Resolução Conama nº 416/2009, sobre a coleta e destinação final de pneus inservíveis.

A partir do dia 31, as empresas importadoras e fabricantes de pneus novos com peso unitário superior a 2 kg terão 30 dias para comprovar, por meio de relatórios específicos no site do Ibama, a destinação adequada de pneus inservíveis. Os relatórios deverão ser preenchidos trimestralmente.

De acordo com a Instrução Normativa, os casos de importação como, por exemplo, admissão temporária, retorno de mercadorias e exportação temporária, são dispensados da obrigatoriedade. Importações realizadas por pessoa física onde o total importado seja igual ou inferior a quatro unidades por ano de pneus novos, e o peso de cada pneu não ultrapasse 40 kg, também são dispensados da regulamentação.

O objetivo da medida é dar uma destinação adequada aos pneus inservíveis e evitar que eles sejam jogados em rios e lagos, provocando assoreamento, ou que, abandonados, sirvam de abrigo para vetores de doenças, como a dengue. Somente no ano de 2009 foram fabricados 53,8 milhões e importados 21,8 milhões de pneus novos.

via: ig


A poltrona em questão fez parte da edição 2007 do Rio de Janeiro de Morar Mais Por Menos, e os idealizadores do ambiente foram Beto Najman e Evelyn Steinberg.


sábado, 6 de março de 2010

Tinta Solar

Células solares “impressas” em folhas de papel ou “pintadas” em paredes, janelas e telhados. A ideia pareceu surreal? Desenvolvida na Universidade do Texas, a nanopartícula solar em formato de tinta poderá ser utilizada em qualquer superfície, captando a energia do sol e transformando-a em eletricidade.

Segundo Brian Korgel, engenheiro químico e um dos pesquisadores responsáveis pelo projeto, a nova célula poderá ser fabricada utilizando apenas um décimo dos custos necessários para produzir uma placa solar tradicional.


“Isso é essencialmente o que é necessário para tornar a tecnologia da célula solar fotovoltaica amplamente adotada”, disse Korgel. “O sol fornece um recurso de energia quase ilimitado, mas as atuais tecnologias de aproveitamento solar são caras e não podem competir com os combustíveis fósseis.”

Nos últimos dois anos, Korgel e sua equipe têm trabalhado na fabricação dos nanomateriais para a energia fotovoltaica – ou célula solar. Os estudos estão sendo desenvolvidos no Departamento de Química e Bioquímica da Universidade, em parceria com o Departamento de Engenharia Electrotécnica e Informática. O estudo também foi apresentado recentemente em uma edição da conceituada revista Journal of American Chemical Society.

A tinta solar

As tintas podem ser utilizadas em uma impressora rolo a rolo e em uma superfície de plástico ou aço inoxidável. “Você teria que pintar algumas camadas da tinta no material absorvente”, informou Korgel. Ele conta que o processo utiliza nanomateriais para a absorção da luz solar 10 mil vezes mais finos que um fio de cabelo. Graças às propriedades físicas do seu tamanho microscópico, é possível obter uma maior eficiência dos dispositivos, afirma.

Em 2002, ele co-fundou uma companhia chamada Innovating, baseada na Califórnia, que produz tintas usando o silício como base. Desta vez, Korgel e sua equipe estão usando seleneto de cobre, índio e gálio (CIGS), que são mais baratos e mais benignos em termos de impacto ambiental.

“CIGS tem algumas vantagens sobre o silício”, disse Korgel. “Esse é um semicondutor de gap de banda direto, o que significa que você precisa de muito menos material para fazer uma célula solar, e essa é uma das maiores vantagens em potencial do produto”.

Sua equipe desenvolveu protótipos de células solares com uma eficiência de 1%, no entanto, eles visam chegar a 10%. “Se chegarmos a 10 % haverá um verdadeiro potencial de comercialização”, disse Korgel. “Se funcionar, acho que você poderá vê-lo sendo usado dentro de três a cinco anos”, afirmou o engenheiro que também informou que já há interesses de possíveis parceiros comerciais.

Fonte:Eco4Planet

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Papel Semente

Destino final é um dos principais quesitos para que um produto seja considerado sustentável. Quanto menos agredir o ambiente , melhor para toda a cadeia produtiva. Pensando nisso, algumas empresas já pensam na produção de produtos ligados diretamente a uma intenção final.

Um dos exemplos é o chamado Papel Semente,que tem como missão desenvolver produtos com responsabilidade socioambiental que despertem alegria e incentivem o consumo consciente na sociedade, tendo assim o uso do papel ecológico e artesanal como instrumento na comunicação corporativa e familiar.



sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Geração 80 - Design Criativo


Conseguiram inventar mais um uso criativo para as antigas mídias de músicas, as fitas cassetes. Depois do armário retrô feito, que mostramos aqui no site de Casa e Jardim, a nova criação tributo ao símbolo da geração dos anos 1980 é um conjunto de luminárias de chão e de teto. Cassete´s not dead, que está à venda no site OOO My Design, tem tudo para deixar o ambiente divertido.

Via: CASA e Jardim

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Vaso Sanitário de garrafas PET

Focados na preocupação com o meio ambiente e o acesso à tecnologia na área da bioengenharia, estudantes do curso de Engenharia Mecânica do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana) desenvolveram um vaso sanitário com garrafas PET. O projeto possui um controle de dupla vazão que possibilita escolher entre meia vazão e vazão total de água.

O produto tem formato parecido com o dos vasos existentes no mercado. Para fabricá-lo são necessárias cerca de 380 garrafas. “Optamos pelo projeto para sugerir ao mercado uma alternativa de destino diferenciado às garrafas PET, geralmente descartadas”, destaca o estudante Bruno Colombo Barbosa, de 25 anos.

Esse e mais quatro trabalhos de conclusão de curso poderão ser vistos nos próximos dias 15 e 16 de dezembro, das 19h30 às 22h, durante a Expo MecPlena, no campus São Bernardo.

FONTE: UNIVERSO ON LINE