sábado, 27 de novembro de 2010
Ceará: Terra da Luz
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Cana-de-Açucar: Dados CONCRETOS



sexta-feira, 16 de abril de 2010
Pedala Robinho
Um hotel na Dinamarca anunciou nesta quinta-feira que passará a oferecer uma refeição grátis a hóspedes que produzirem eletricidade por meio de uma bicicleta ligada a um gerador. está instalando duas destas bicicletas e diz que o objetivo é, ao mesmo tempo em que promove a forma física dos hóspedes, reduzir suas "pegadas de carbono" (quantidade de dióxido de carbono que produzem como resultado direto ou indireto de uma atividade).
Hóspedes vão precisar produzir pelo menos 10 MWh de eletricidade, o equivalente a 15 minutos de pedalada de uma pessoa medianamente em forma para ter direito à refeição.
A administração afirma que isso será o suficiente para acender apenas poucas lâmpadas, mas a ideia principal é incentivar o debate sobre o consumo de energia. O hotel já produz energia renovável com 2500 m² de painéis solares.
A Dinamarca possui uma das capitais do mundo mais adaptadas ao ciclismo e investe bastante em energias renováveis, incluindo fazendas eólicas, que geram um quinto da eletricidade que o país consome.
via: BBC
sábado, 27 de março de 2010
Ceará terá a maior usina solar da América Latina
quarta-feira, 17 de março de 2010
Consumo recorde de água e energia no Ceará

Nem na seca de 1915 choveu tão pouco. Fevereiro de 2010 foi o mais seco no Ceará nos últimos 98 anos, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Sem a chuva para amenizar o calor, o jeito tem sido recorrer a banhos mais prolongados e ao uso de ventiladores e aparelhos de ar-condicionado. Tanto que os consumos de água e energia bateram recordes.
Dados da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) mostram que o mês de fevereiro de 2010 foi o que teve o maior consumo de água em Fortaleza desde que o órgão foi criado, há 37 anos. O volume líquido foi de 10.998.750 metros cúbicos, 7,7% a mais do que no mesmo período do ano passado. No último dia 11, a Companhia Energética do Ceará (Coelce) também registrou o maior consumo de energia elétrica da história, com pico de 1.509 MW. Comparado a março de 2009, o crescimento foi de 24,91%.
``Ninguém aguenta mais esse calor. É de matar qualquer um``, comenta o comerciante Márcio Oliveira, 45. Na casa dele, as contas de água e energia ficaram mais caras. ``Comprei ar-condicionado para conseguir dormir. E tomo uns cinco banhos por dia``, diz. Para ele, nunca fez tanto calor em Fortaleza.
No banco de dados da Funceme, há informações de quanto choveu na Capital a partir de 1974. O mês de fevereiro de 2010 foi o mais seco nesses últimos 36 anos. Em média, choveu apenas 25,8 milímetros. Antes, a menor precipitação havia sido em 2001, com 47,6 mm. Para se ter ideia, no ano passado a média foi de 304,9 mm, quase 12 vezes a mais do que o registrado em 2010.
Com relação ao Ceará, os dados da Funceme são mais amplos, com registros das chuvas no Estado a partir de 1912. De lá pra cá, o fevereiro mais seco foi o deste ano. A média foi de apenas 26,5 milímetros, 82,4% abaixo da média histórica. Antes, o fevereiro menos chuvoso era o de 1951, com 28,2 milímetros.
Mais banhos
``O calor incomoda muito. O tempo está quente e com pouca brisa``, observa o professor Cláudio Meneses. Com a temperatura lá em cima, ele e a família passaram a consumir mais água. ``Normalmente, a gente toma uma média de três banhos por dia. Agora tem sido quatro, cinco``, lembra. Além disso, a quantidade de roupa para lavar aumentou. ``A gente sai de casa uma vez e a camisa fica toda suada. Tem que trocar pelo menos duas vezes por dia``, comenta. Este mês, o consumo de água na casa dele foi de 27 metros cúbicos. ``Antes, ficava entre 20 e 21``.
Luiz Celso Braga, um dos gerentes da Cagece, conta que o aumento no consumo de água foi maior do que o esperado. ``É comum que aumente a cada mês, mas é uma variação pequena. Dessa vez, foi um crescimento maior. Por causa do calor, as pessoas tomam mais banhos e de forma mais demorada``.
Mesmo com o calor, é preciso ficar atento para evitar desperdícios, lembra Luiz Braga. ``Esse cuidado é preciso ter sempre, não só nesse momento``, diz. O gerente também garante que não faltará água. ``Já fizemos uma pequena manobra operacional por causa desse aumento no consumo. Substituímos uma bomba por outra de maior capacidade pra conseguir atender a demanda``.
sábado, 6 de março de 2010
Tinta Solar
Células solares “impressas” em folhas de papel ou “pintadas” em paredes, janelas e telhados. A ideia pareceu surreal? Desenvolvida na Universidade do Texas, a nanopartícula solar em formato de tinta poderá ser utilizada em qualquer superfície, captando a energia do sol e transformando-a em eletricidade.Segundo Brian Korgel, engenheiro químico e um dos pesquisadores responsáveis pelo projeto, a nova célula poderá ser fabricada utilizando apenas um décimo dos custos necessários para produzir uma placa solar tradicional.
“Isso é essencialmente o que é necessário para tornar a tecnologia da célula solar fotovoltaica amplamente adotada”, disse Korgel. “O sol fornece um recurso de energia quase ilimitado, mas as atuais tecnologias de aproveitamento solar são caras e não podem competir com os combustíveis fósseis.”
Nos últimos dois anos, Korgel e sua equipe têm trabalhado na fabricação dos nanomateriais para a energia fotovoltaica – ou célula solar. Os estudos estão sendo desenvolvidos no Departamento de Química e Bioquímica da Universidade, em parceria com o Departamento de Engenharia Electrotécnica e Informática. O estudo também foi apresentado recentemente em uma edição da conceituada revista Journal of American Chemical Society.
A tinta solar
As tintas podem ser utilizadas em uma impressora rolo a rolo e em uma superfície de plástico ou aço inoxidável. “Você teria que pintar algumas camadas da tinta no material absorvente”, informou Korgel. Ele conta que o processo utiliza nanomateriais para a absorção da luz solar 10 mil vezes mais finos que um fio de cabelo. Graças às propriedades físicas do seu tamanho microscópico, é possível obter uma maior eficiência dos dispositivos, afirma.
Em 2002, ele co-fundou uma companhia chamada Innovating, baseada na Califórnia, que produz tintas usando o silício como base. Desta vez, Korgel e sua equipe estão usando seleneto de cobre, índio e gálio (CIGS), que são mais baratos e mais benignos em termos de impacto ambiental.
“CIGS tem algumas vantagens sobre o silício”, disse Korgel. “Esse é um semicondutor de gap de banda direto, o que significa que você precisa de muito menos material para fazer uma célula solar, e essa é uma das maiores vantagens em potencial do produto”.
Sua equipe desenvolveu protótipos de células solares com uma eficiência de 1%, no entanto, eles visam chegar a 10%. “Se chegarmos a 10 % haverá um verdadeiro potencial de comercialização”, disse Korgel. “Se funcionar, acho que você poderá vê-lo sendo usado dentro de três a cinco anos”, afirmou o engenheiro que também informou que já há interesses de possíveis parceiros comerciais.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Usina de ONDAS

Para isso, está sendo feito um "engordamento" de uma área na parte leste do quebra-mar que receberá as estacas nas quais serão montadas as pás da usina. A obra deve ficar pronta em junho próximo, segundo Rolim. "Atualmente, o projeto passa pela fase de aquisição e contratação de empresas que vão fabricar os materiais", explica. "A partir de julho, deve começar a implantação da usina". O investimento no equipamento é de cerca de R$ 12 milhões, sendo R$ 1 milhão de contrapartida do Governo do Estado (em parceria com a Universidade Federal do Ceará) e R$ 11 milhões da Aneel, oriundos do item Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologias da Tractebel, a serem investidos na fabricação, instalação e monitoramento das duas células da Usina de Ondas e de mais um braço para o dessalinizador. A detentora do projeto é a Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Participam também a Seinfra, Cearaportos e a multinacional Tractbel. O equipamento também acoplará um protótipo de uma usina de dessalinização de água do mar.
A previsão da Seinfra é de que o protótipo funcione por três anos para avaliação da tecnologia que aproveita a regularidade dos ventos e frequência das ondas do mar para a produção de energia elétrica. A produção de 100 kW é o equivalente ao consumo de 60 casas do padrão médio de consumo de energia elétrica no Estado e, mesmo em fase de pesquisa gerará, energia suficiente para ser aproveitada para ser aproveita pelas instalações do Porto do Pecém. "O projeto é pioneiro no País", afirmou Rolim. O projeto busca dinamizar a matriz energética cearense.
Uma das vantagens da usina de ondas é o baixo impacto ambiental, pois se trata de uma fonte limpa de energia e não necessita represar a água.
